Capítulo 51
E.U.A., que eles se interessam lá por políticas.
[16] esta atitude é confirmada exatamente por Herr Maximilian Harden
manifesto, originalmente publicou em _Die Zukunft,_ e ultimamente reimprimiu
no _New York Times_.
[17] entretanto isto só é, talvez, verdadeiro das colônias Estatais deles/delas. Em
o indivíduo deles/delas e missionário que colonizam grupos, e como pioneiro
colonos, eles parecem ter tido sucesso bem.
VI
A CURA DE, NATIONS[18]
É bastante possível que a pequena racha dentro do alaúde, aludiu para dentro
o parágrafo final de último capítulo, pode alargar tão longe sobre causa
antes de grandes mudanças internas longas e reconstruções na Alemanha
ela; mas com falta daquele acontecimento, pareceria que há nenhum
alternativa para os Aliados mas continuar a guerra até o Militarismo dela
pode ser posto fora de tribunal, e que durante anos longos vir. Há nenhum
alternativa, porque ela revelou a mão dela muito claramente como um
ameace--se ela deveria prevalecer--de força bárbara para o mundo inteiro. Isto
é esta ameaça que despertou praticamente o mundo inteiro contra ela.
E há esta quantia de bem na situação, isto é, que enquanto
com a vitória de Alemanha poderia ser estabelecido um "terror" alemão
pelo mundo, com a vitória dos Aliados nem a Inglaterra, nem
França, nem Rússia, nem pequena Bélgica, nem qualquer outro país, pôde
reivindique um crédito final e supremacia. Com a vitória posterior estaremos nós
livrado da reivindicação de pesadelo do mundo-império de qualquer uma nação.
Mas para substanciar este resultado a Inglaterra a tem que abdicar também
reivindicação. Ela a tem que abdicar mera insistência grosseira em comercial
supremacia. A "Nação de Lojistas" teoria que tem no passado
lhe feito os odiaram de outras nações que criaram dentro dela
bordas uma classe vulgar e desagradável--o repositório de muito arrogante
riqueza--tem que deixar de ser o padrão da vida dela. Eu tenho antes de mim a
este momento um manifesto de "A Liga de Império britânica", patrocinado por,