Capítulo 71
portas.
"Qualquer presente de pessoa reconhece um amigo passado?" disse.
Então a voz de Coronel Richmond surgiu, rouco e trêmulo com emoção.
"Tia Lavina", ele disse, me "conte o que você me deseja que faça. Eu o obedecerei
absolutamente."
"Eu pensei assim", riu o detetive. "O coronel veio assistir
uma sessão espiritualista."
CAPÍTULO VI.
UM REDONDO-PARA CIMA DE FANTASMA-ARTISTAS.
Começou a olhar muito como se a teoria de Horace Richmond estivesse correta.
Certamente o coronel tinha caído novamente nas embreagens de falso
médio.
Poderia ser que o enredo inteiro foi dirigido àquele fim, e que o
transfira das jóias ao Stevenses só era ser um incidental
resulte do enredo.
Ainda tão longo como a conduta incomum de Senhorita Stevens permanecida inexplicado, isto,
não faria para ir nesta teoria.
"Um das coisas principais que Horace Richmond me empregou fazer,"
dito o Nick a ele, "era arrombar para cima o convicção do tio dele
espiritualismo. Eu adivinho que esta é uma chance de primeira classe para fazer isto."
Ele rastejou suavemente ao canto onde as figuras de vôo livre tinham desaparecido.
Lá, como esperou ele, ele achou um desses painéis móveis que o
falsos médio preparam tão habilmente.
A experiência dele de tais negócios ensinou exatamente para o Nick o que ele deveria achar
no outro quarto.
Deve haver um pequeno gabinete na coberta de canto o outro lado de
o painel corrediço.
O médio poderia estar nisto, ou ela só poderia estar sentando venda pelo
porta.
Mas o gabinete não estava certamente vazio. Duas figuras tinham ido nisto,
como tinha observado o Nick.
Um destes estava fazendo o papel de Tia Lavina indubitavelmente.
O outro tem que estar esperando para se aparecer em algum outro papel.
Nick escutou. Ele poderia ouvir o coronel que questiona o suposto
espírito.
As respostas foram postas naquele idioma tolo e misterioso suposto
seja apropriado a visitas do outro mundo.
Porém, o significado deles era bastante planície. Coronel Richmond era
comandado para restabelecer as jóias a Millie Stevens.