Capítulo 17
entregue alguma mensagem definida em cada posto, e assim fazer nosso
mudança-em uma ocasião localizar mais ouvintes.
Esses eram dias ásperos. Nós tivemos todos nossa faixa instrumenta esmagado e o
janelas de nossa Guarnição como bem, e um homem, loucamente enfurecido contra
nós, aquecido um pôquer vermelho quente e lançou isto no corredor entre o
congregação. Nós vivemos em perigo a membro e vida, mas teve o
presença obscurecendo de Deus conosco.
Não todo cadete que entrou em treinamento teve o friccione para ir por com
isto. Uma vez, durante a casa de tarde dela, Kate deslocou o tornozelo dela, mas
persuadido a mãe dela para adquirir um táxi para ela de forma que ela poderia devolver
a Guarnição a mesma noite. 'Por que você não permaneceu a para-noite de casa?'
um oficial lhe perguntou, como Kate pulou na Guarnição. 'Eu tinha medo
você pensaria que eu tinha corrido fora', ela riu, 'e eu não o desejei
ter aquela preocupação.'
Brigadeiro Thomas nos fala:--
Em visitação de casa-para-casa eu levaria os cadetes em troca, fale
com as pessoas nos porta-passos deles/delas, e, se possível, entre o deles/delas
casas e os aponta a Deus. Kate se gloriou nisto. Ela era um mais mais
visita próspera.
Taverna 'invadindo' era, talvez, nosso trabalho mais difícil. Nós usamos 'O
Grito de guerra' como uns meios de entrada e introdução. Entrando na barra
nós oferecemos o papel à venda e sugestionamos cantando um das canções
conteve. Conversação com os homens e mulheres seguidas, e antes de
partindo nós rezaríamos. Freqüentemente nós fomos jogados fora das barras, e
freqüentemente, como rezamos nós, foi colidida cerveja em nossas faces ou em cima de nós, e em
alcançando a Guarnição nós precisaríamos lavar nossas roupas para remover o
sujeira de barra-quarto. 'Entrincheire lama' nós poderíamos ter chamado isto, teve a guerra sido
em por esses dias. Mas a tentativa mais duro de tudo era suportar o